[b]Bloco I: desafios na gestão das entidades:[/b]
1. Novo panorama no Brasil, com fortalecimento e desenvolvimento de movimentos sociais. Este cenário traz para as entidades profissionais demandas corporativas. Como responder a isto sem sermos corporativistas e sem abandonarmos nossas metas e projetos mais amplos para a sociedade? Como gerir nossas entidades dominando a equação necessária entre estes aspectos?
2. O desenvolvimento dos movimentos sociais e da própria sociedade civil traz novas formas de práticas profissionais para os psicólogos. Como a categoria está se apropriando disto?
3. Como queremos ocupar o espaço público? Como queremos que seja o compromisso da Psicologia com a sociedade? Necessidade de clareza política para traduzi-la para as entidades que gerimos.
4. CREPOP é uma das prioridades. Permitirá construção de referências, circulação destas referências para os psicólogos, gestores e formadores. Além disto, permite o avanço nas políticas públicas e a qualificação do discurso do compromisso social, como projeto de profissão.
5. É preciso avançar na discussão e construção de nosso discurso sobre as políticas públicas. Quais as referências para uma política pública que se quer interdisciplinar? Qual o modelo de gestão que defenderemos? E a relação com o Estado? São questões urgentes de serem debatidas.
6. O cuidado com a distância entre o discurso que fazemos para a profissão e sua inserção na sociedade e a realidade da profissão. Precisamos avançar sem nos distanciarmos da categoria. A questão da equação é fundamental.
7. Nossas teses devem unir questões políticas mais amplas e as questões da profissão. Este é o desafio da nossa política.
[b]Bloco II: o método e as tarefas das entidades:[/b]
8. As entidades da Psicologia têm se tornado mais ativas e mais presentes. Isto traz maior visibilidade. Necessidade de estarmos sempre com clareza das ações para defendê-las e não cairmos no descrédito.
9. Necessidade de definirmos prioridades para as ações dos Conselhos, em termos de fiscalização. Necessidade de clareza política para desenvolvermos as ações que são funções dos CRPs. Clareza política permite priorizar setores e atuarmos com direção mais clara.
10. Para fiscalizarmos é preciso produzir referências claras que sejam critérios para a profissão de qualidade.
11. Método de produzir referências é fundamental. Deve ser mantido o método de ampliar, diversificar, contar com a participação de muitos.
12. É preciso ampliar o campo das referências da profissão, introduzindo novos. Exemplo, a questão do idoso.
17. Modelo de formação e modelo profissional devem avançar juntos.
[b]Bloco III: os desafios do crescimento e da organização:[/b]
13. É prioridade também reunir as entidades e fortalecê-las.
14. Como crescer? Como organizar o crescimento das entidades e da categoria? É preciso construir um modelo de organização.
15. Necessário fixarmos alguns avanços que tivemos nestes últimos 10 anos, na forma de gerirmos as entidades.
16. Algumas questões têm se colocado que se referem ao papel dos Conselhos. Há uma pressão para termos convênios médicos, convênio com SESC etc. Como lidaremos com esta questão. Alguns Conselhos já possuem muitos serviços à categoria. O que pensamos sobre isto?
Escrito por: Ana Bock
